B. Fonseca

B. Fonseca

Pintor.
Nasceu na Paraíba.
Ativo componente da SCAP – Sociedade Cearense de Artes Plásticas, participou de mostras nos anos quarenta, com destaque para o IV e V Salões de Abril. É citado por Barboza Leite, no livro Esquema da Pintura no Ceará.


Pesquisa e Texto:
Roberto Galvão – Artista Plástico e Pesquisador

Para saber mais sobre artes  veja  Cultura/Artes Plásticas
Para saber mais sobre as datas veja Cultura/Datas Históricas
Para saber mais sobre os locais veja Cultura/Locais Históricos
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Átila Silva Calvet

Pintor, desenhista, escultor e designer.
Nasceu em Fortaleza, Ce, 1943.
Dentre lembranças de sua infância estão pequenas esculturas que criava ainda quando menino de dez ou talvez doze anos de idade.
Mais tarde começou a interessar-se pela pintura, e a escultura ficou hibernando, em fase latente, por um tempo.
Em 1963 iniciou o curso de Bioquímica na Universidade Federal do Ceará, onde se graduou em 1967.
Também foi professor de biologia em diversos cursos pré-vestibular da cidade.
Depois de graduado, realizou pesquisas na Universidade Federal do Ceará na área de Fictotecnia e também atuou como analista químico em vários hospitais, tais como Instituto José Frota, Hospital Geral de Fortaleza, Hospital de Messejana e Hospital de Parangaba.
A arte estava sempre em paralelo, e por volta de 1980 voltou a esculpir, criando peças em bronze, granito, fibra, e aço ou em qualquer outro material que melhor representasse sua idéia.
Desde 1993 vem dedicando-se exclusivamente à arte, criando e executando, não só suas obras, como também de colegas, através de sua oficina, onde procura a cada dia desenvolver a criatividade e habilidade em favor de um mundo mais artístico.
Estudou em cursos promovidos pela Sociedade Cearense de Artes Plásticas – SCAP.
Participou de coletivas em importantes cidades brasileiras, obtendo premiações nos:
- Salões de Abril de 1967, 1969 e 1972
- Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará (1971)
- Mostra de Arte Jogos Universitários – Brasil Plástica – 72 (1972).

Individualmente, expôs no Rio de Janeiro, Recife, Maceió, João Pessoa, Florianópolis, Natal, Joinvile, Estados Unidos, Portugal e Fortaleza.


Pesquisa e Texto:
Roberto Galvão – Artista Plástico e Pesquisador

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Aldemir Martins

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador e escultor.

Nasceu em Ingazeiras, Município de Aurora, Ce, em 1922.
Foi um dos introdutores da arte moderna no Ceará, na década de quarenta.
No ano de 1942 fundou o Grupo Artys e a SCAP, Sociedade Cearense de Artes Plásticas, com Mário Baratta, Antônio Bandeira e outros.
Neste mesmo ano também expôs pela primeira vez, no II Salão de Pintura do Ceará. Trabalhou como ilustrador para os jornais “O Unitário”, “Correio do Ceará” e “O Estado”,  também ilustrou livros de intelectuais cearenses.

Em 1946 em São Paulo realizou sua primeira individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil.
Em 1947 estabeleceu-se em São Paulo, a fim de participar de várias Bienais Internacionais.
Um ano mais tarde, participou da coletiva “19 Pintores”, sob a promoção da União Cultural Brasil – Estados Unidos, onde recebeu o 3º prêmio, sua primeira premiação. Somente cinco anos depois de desembarcar em São Paulo, ganhou o seu primeiro prêmio de grande projeção: o  “Prêmio Olívia Guedes Penteado”, o único prêmio na categoria desenho, concedido na I Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, com o desenho “O Cangaceiro”.
No ano de 1955, obteve o prêmio de Melhor Desenhista Nacional.
Em 1959, obteve o prêmio de Viagem ao Estrangeiro do Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.
Em 1956, recebe o 1º prêmio em Desenho na Bienal Internacional de Veneza, sendo até hoje, o único artista latino americano a ser premiado nesta bienal.
Em 1972, recebe o 1º Prêmio da Bienal dos Esportes, em Barcelona.
Em 1956, conquistou a láurea mais importante de sua carreira, a grande consagração internacional: o prêmio “Presidente Dei Consigli dei Ministeri”, atribuído ao melhor desenhista internacional, na XXVIII Bienal de Veneza, Itália.
Realizou mais de 300 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no Exterior.
Recebeu dezenas de outros prêmios, além de Títulos de cidadania, Títulos de Doutor Honoris Causa, Comendas e Honrarias, tanto no Brasil como no exterior.
No ano de 1982 lhe foi outorgado o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará.
São inúmeros exposições e prêmios conquistados por este artista que já atuou como cartógrafo, desenhista, pintor, ilustrador, monitor, professor de desenho, projetista gráfico, cenógrafo, escultor, ourives e ceramista.
Um grande painel de sua autoria, em Vidrotil – 28m de comprimento – ocupa uma das paredes externas do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza, na Praia de Iracema.
Uma escutura de grandes dimensões, chamada de A Morena do Pajeú, pode ser vista no Parque das Esculturas, em Fortaleza.
Este parque, iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas, possui esculturas dos principais artistas contemporâneos cearenses.
Está situado no centro da cidade, anexo a sede da CDL, entre a Rua 25 de Março e Av. Dom Manuel, com acesso público e gratuito.
Aldemir Martins continua produzindo intensamente apartir de seu ateliê em São Paulo.
Suas obras estão presentes em coleções particulares e nos acervos dos principais museus do Brasil e do Exterior.


Pesquisa e Texto:
Roberto Galvão – Artista Plástico e Pesquisador

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Aldemir Martins

Pintor, desenhista,gravador, ilustrador e escultor. Nasceu em Ingazeiras, Município de Aurora, Ce, em 1922. Foi um dos introdutores da arte moderna no Ceará, na década de quarenta.
No ano de 1942 fundou o Grupo Artys e a SCAP, Sociedade Cearense de Artes Plásticas, com Mário Baratta, Antônio Bandeira e outros.
Neste mesmo ano também expôs pela primeira vez, no II Salão de Pintura do Ceará. Trabalhou como ilustrador para os jornais “O Unitário”, “Correio do Ceará” e “O Estado”, e também ilustrou livros de intelectuais cearenses.
Em 1946 em São Paulo realizou sua primeira individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil.
No ano de 1947 estabeleceu-se em São Paulo, a fim de participar de várias Bienais Internacionais.
Um ano mais tarde, participou da coletiva “19 Pintores”, sob a promoção da União Cultural Brasil – Estados Unidos, onde recebeu o 3º prêmio, sua primeira premiação. Somente cinco anos depois de desembarcar em São Paulo, ganhou o seu primeiro prêmio de grande projeção: o  “Prêmio Olívia Guedes Penteado”, o único prêmio na categoria desenho, concedido na I Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, com o desenho “O Cangaceiro”.
No ano de 1955, obteve o prêmio de Melhor Desenhista Nacional.
Em 1959, obteve o prêmio de Viagem ao Estrangeiro do Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.
Em 1956, recebe o 1º prêmio em Desenho na Bienal Internacional de Veneza, sendo até hoje, o único artista latino americano a ser premiado nesta bienal.
Em 1972, recebe o 1º Prêmio da Bienal dos Esportes, em Barcelona.
Em 1956, conquistou a láurea mais importante de sua carreira, a grande consagração internacional: o prêmio “Presidente Dei Consigli dei Ministeri”, atribuído ao melhor desenhista internacional, na XXVIII Bienal de Veneza, Itália
Realizou mais de 300 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no Exterior.
Recebeu dezenas de outros prêmios, além de Títulos de cidadania, Títulos de Doutor Honoris Causa, Comendas e Honrarias, tanto no Brasil como no exterior.
No ano de 1982 lhe foi outorgado o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará.
São inúmeros exposições e prêmios conquistados por este artista que já atuou como cartógrafo, desenhista, pintor, ilustrador, monitor, professor de desenho, projetista gráfico, cenógrafo, escultor, ourives e ceramista.
Um grande painel de sua autoria, em Vidrotil – 28m de comprimento – ocupa uma das paredes externas do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza, na Praia de Iracema.
Uma escutura de grandes dimensões, chamada de A Morena do Pajeú, pode ser vista no Parque das Esculturas, em Fortaleza.
Este parque, iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas, possui esculturas dos principais artistas contemporâneos cearenses.
Está situado no centro da cidade, anexo a sede da CDL, entre a Rua 25 de Março e Av. Dom Manuel, com acesso público e gratuito.
Aldemir Martins continua produzindo intensamente apartir de seu ateliê em São Paulo.
Suas obras estão presentes em coleções particulares e nos acervos dos principais museus do Brasil e do Exterior.


Pesquisa e Texto:
Roberto Galvão – Artista Plástico e Pesquisador

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