Major Facundo

João Facundo de Castro Menezes

Nasceu em Aracati, Ce, no dia 12 de julho de 1787.
Filho do Capitão – Mor José de Castro e Silva e Joana Maria Bezerra de Menezes.
Em Aracati, dedicou-se ao comércio.
Transferiu-se em 1818 para Fortaleza onde se dedicou a política.

Contrário à Junta Governativa formada por Tristão Gonçalves, Padre Mororó e Pereira Filgueiras, foi preso e enviado para o Rio de Janeiro, sendo libertado por ordem de D. Pedro 1.
Era defensor das idéias políticas da família Castro, e chefe do Partido Liberal, por ocasião da Confederação do Equador.

Deixa novamente o Ceará, com a declaração da maioridade de fornecida por D. Pedro II, e assume interinamente a Presidência da Província do Ceará em substituição ao Padre José de Alencar, exonerado da Presidência do Ceará em março de 1841, por ocasião da queda dos liberais no Rio de Janeiro.

No dia 9 de maio é nomeado um novo Presidente do Ceará, Brigadeiro José Joaquim Coelho.
O Major Facundo, embora fosse seu Vice-Presidente, lhe fazia cerrada oposição.
Esta divergência deu motivos a que a esposa do Presidente contratasse um matador que assassinou Facundo, no dia 8 de dezembro de 1841 em frente a sua própria residência, na atual Rua Major Facundo.
No local onde funciona hoje a livraria das Edições Paulinas.

Os executores, Antônio Manuel Abraão e Pedro José das Chagas foram condenados à prisão perpétua, e Joaquim Ferreira de Sousa Jacarandá, que serviu de intermediário na contratação dos criminosos, foi julgado 3 vezes e absolvido.

O sepultamento do Major Facundo ocorreu na Igreja do Rosário.
No local existe uma lápide com inscrições relativas ao fato.
A pedido de sua esposa, foi sepultado de pé, no interior de uma coluna na Igreja.
Esta Igreja, localizada no centro de Fortaleza, é mais antiga igreja de alvenaria do Ceará.
Durante reforma recente, importantes descobertas arqueológicas foram efetuadas nas escavações realizadas no local.

De acordo com o historiador Barão de Studart: “Major Facundo, foi à influência mais legítima e real que teve a província do Ceará”.
Suas idéias políticas premiam pela legalidade, tendo sido este alvo de perseguições, prisões arbitrárias e por diversas vezes, deportado para o Rio de Janeiro.
Foi deputado estadual e Presidente da Província do Ceará.

Seu nome batiza uma das mais importantes vias centrais da capital cearense, conhecida anteriormente como Rua da Palma.

Faleceu em 8 de Dezembro de 1841, em Fortaleza, Ce.


Pesquisa e Texto: Madalena Figueiredo

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Senador Alencar

José Martiniano Peixoto de Alencar

Nasceu em Barbalha, Ce, em 1794.
Filho do comerciante português João Gonçalves dos Santos e Bárbara Pereira de Alencar.
Estudou no Seminário de Olinda, Pe., vindo ao Ceará em 1817 como porta voz da Revolução Pernambucana, e levando a revolução até o Crato, Cariri, Ce.
Preso juntamente com sua mãe, e o irmão , foi enviado para Fortaleza ficando preso na , local de prisão, este, que gera controvérsias entre os historiadores.

Em 1818 foi enviado para a prisão do Forte de Cinco Pontas em Pernambuco e de lá para o Presídio em Salvador, Ba.
Em 1821 com a Revolução Constitucional em Portugal, foi anistiado juntamente com o resto da família e outros presos políticos.
De volta ao Ceará foi eleito deputado suplente em 24 de dezembro.
Em 1822 seguiu para Lisboa onde fez parte do Parlamento.
Já no Ceará, em 1823, foi eleito deputado constituinte e após a dissolução da Assembléia Constituinte retorna ao Ceará, sendo escolhido deputado.
Novamente preso e conduzido ao Rio de Janeiro, foi julgado e absolvido.

Na 2ª Legislatura do Império, foi eleito deputado pelo Ceará e também por Minas Gerais, optando por representar o Ceará.
Eleito Senador em 1832, o 1° escolhido pela Regência.
Entre 1834 a 1837 foi Presidente do Estado do Ceará.
Posicionou-se, em 1839, contra a proposta de maioridade de D. Pedro II.
Em 1840 ocupou novamente a Presidência da Província do Ceará, saindo após a queda do Ministro da Maioridade, do qual era delegado.

Em março de 1841, quando passou o cargo ao Major Facundo, então Vice-Presidente da Província.
Por volta de 1826 carregou sua prima Anna Josefina de Alencar, do Cariri para vir com ele morar em Messejana, próximo a Fortaleza, fixando-se no sítio Alagadiço Novo onde nasceu seu 1° filho, José de Alencar, que viria a ser o grande romancista.
No sítio foi instalado o 1° engenho a vapor do Ceará produzindo aguardente e rapadura.

Após o término do mandato de Presidente da Província, em 1837, seguiu com a família para o Rio de Janeiro onde foi exercer o mandato de Senador.

Faleceu no Rio de Janeiro em 15 de março de 1860, e foi sepultado no Cemitério São Francisco Xavier.

*O sobrenome “Peixoto” apareceu na época da revolução de 1817 e aqui foi utilizado para distinguir do de José de Alencar, escritor.


Pesquisa e Texto: Madalena Figueiredo

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Bárbara de Alencar

Bárbara Pereira de Alencar

Bárbara Pereira de Alencar.
Nasceu na cidade pernambucana de Exu, no dia 28 de agosto de 1760, vindo depois residir no Crato, Ce, onde se casou com o comerciante português João Gonçalves dos Santos, 28 anos mais velho.
Desse consórcio teve 10 filhos, entre eles:
– José Martiniano de Alencar, padre, senador do império, presidente do Ceará, pai do romancista José de Alencar.
, mártir da Confederação do Equador (1924).

Tomou parte ativa na revolução republicana de 1817, levada a efeito no Crato.
Heroína Nacional, 1ª mulher a ser presa política no Brasil e a 1ª Republicana, em 1817.
Frustrada a Revolução Pernambucana e o levante do Crato, foi aprisionada e trazida para Fortaleza juntamente com os filhos: Tristão Gonçalves, José Martiniano e Padre Carlos José.

Em 1818 foram mandados para a prisão da Fortaleza das 5 pontas em Pernambuco e de lá para o presídio da Relação em Salvador, Ba.
Em 1821 é anistiada retornando ao Ceará.

É nome de rua e Instituição de ensino em Fortaleza.
Na Avenida Heráclito Graça, em Fortaleza, na altura do número 1245, existe uma escultura de Bárbara de Alencar de autoria do Escultor Cearense .

Faleceu em 1832, aos 67 anos, na fazenda Touro, na Fronteira do Ceará com o Piauí.
Foi sepultada na Capela do Poço das Pedras, Freguesia de Araripe.


Pesquisa e Texto: Madalena Figueiredo

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Teatro José de Alencar

Teatro José de Alencar
Praça José de Alencar – Centro – Fone: (85) 3252-2324
Horários: As visitas podem ser feitas de segunda à sexta-feira.
Visitas gratuitas às quartas-feiras.
Funciona normalmente com programação de espetáculos diversos.

Tombado pelo IPHAN desde 1987, o Teatro José de Alencar é hoje uma das mais modernas casa de espetáculos do Brasil.
Com capacidade para 800 espectadores teve a pedra fundamental lançada em 1894 pelo então Presidente da Província o .

Origem
Na 1ª metade do Século XIX inicia-se a atividade teatral em Fortaleza, movida por grupos amadores e com muito entusiasmo, no entanto, as casas de espetáculos tinha existência efêmera.
Na 2ª metade do Século XIX, com a evolução material e espiritual da sociedade local, passou-se a reivindicar das autoridades, um teatro oficial para a Cidade.

Os Teatros Anteriores ao Teatro José de Alencar

  • Teatro da Concórdia ou da Ópera.

Construído na década de 30 do Século XIX.
Funcionou onde é hoje o Palacete Iracema, na esquina da Rua General Bezerril com Guilherme Rocha.
Em 1842, mudou-se para a Rua Barão do Rio Branco atuais N° 1080 e 1084, funcionando durante 46 anos, até 1876.

  • Teatro São José.

Inaugurado em março de 1876 funcionou na Rua Senador Pompeu, atuais N° 931 e 937.

  • Teatro das Variedades.

De proriedade do empresário João do Carmo, inaugurado em 21 de janeiro de 1877, na Rua Senador Pompeu com Dr. João Moreira (Sudoeste), não tinha cobertura e os espectadores tinham que levar cadeiras.

  • Teatro São Luiz.

Propriedade de Joaquim Feijó, no mesmo local do Variedades – 1880 a 1886.
Freqüentado por camadas sociais mais exigentes, nele se apresentavam grupos de outros Estados do Brasil, recebendo inclusive a visita do maestro Carlos Gomes.

  • Clube de Diversos Artistas.

Fundado por volta de 1897, idealizado por Papi Júnior.
Compunha-se de um corpo orquestral (destacando-se o maestro Henrique Jorge) e um corpo cênico.
Localizava-se na Rua Barão do Rio Branco, sede do Reform Club, depois encampado pelo Clube lracema.
Existiram outros Teatros, só estes foram selecionados como introdução ao José de Alencar.

O Teatro José de Alencar
O primeiro prorojeto foi de lssac Amaral e Roberto GO Bleasby e deveria ser construído sobre os alicerces de uma obra que seria um mercado no centro da Praça a qual havia sido abandonada.
As obras do teatro chegaram a ser iniciadas e depois paralisadas por falta de verbas e insuficiência nas fundações.
Em 1896 o Presidente rescindiu o contrato da construção e submeteu a obra a exame, sendo a mesma condenada.
Resolveu, o Presidente, mandar construir a versão atual no local onde Adolfo Herbster havia projetado o teatro Santa Tereza em 1864, área que estava servindo de pátio para os cavalos do Batalhão de Segurança, cujo quartel ocupava a área utilizada pelos Jardins do Teatro.
A versão atual foi edificada, sob a direção do Engenheiro Militar Capitão Bernardo José de Melo.

  • 1894

Lançamento da Pedra fundamental, pelo Presidente do Estado Coronel Bezerril Fontinele no Centro da Praça.

  • 6 de junho de 1908

Inicio das Obras

  • Direção da Obra

Raimundo Borges Filho, oficial do Exército Comandante do Batalhão de Segurança do Estado e genro do Presidente do Estado, Nogueira Acióli.

  • Execução da Obra

Walter Mac Farlanes & Co. e Serrancen Fondri, de Glascow, Escócia.

  • Inauguração

17 de junho de 1910, com um Concerto apresentado pela Banda de Música do Batalhão de Segurança sob a regência dos Maestros Henrique Jorge e Luigi Maria Smido.

Descrição do Teatro

  • Arquitetura

Está enquadrado no ecletismo, tendo como destaque o Art Nouveau (bloco da sala de espetáculo) e o neoclássico (bloco frontal).

  • Fachada

Na parte superior, a face alegre de Baco, deus grego do vinho e inventor do teatro
ladeado por duas musas.
No andar superior, salão nobre ou foyer, dois anjinhos (Cupido e Psiqué), no frontal da porta principal, representando a união do corpo e da alma.
No centro a Fortítudine, simbolizando a cidade de Fortaleza.

Em seu interior encontram-se pinturas raras dos seguintes artistas:

  • Ramos Cotoco, cearense (1871-1916) pintou os nomes das obras de José de Alencar sobre as grades das frisas e as figuras femininas no teto da sala de espetáculos.
  • Jacinto Matos, (1882-1947) pernambucano, pintou os florões no forro da sala de espetáculos.
  • Paula Barros, artista natural do Pará pintou os retratos de Carlos Gomes e de José de Alencar além da representação das três artes – pintura, música e drama – na cúpula oval da sala de espetáculos.
  • Rodolfo Amoedo, carioca, (1857-1941) pintou a moldura circular, acima do Pano de Boca.
    Rodolfo Amoedo foi aluno de Victor Meireles e professor de Portinari.
  • João Vicente pintou as imitações de mármore nas paredes da Boca de Cena.
  • Gustavo Barroso, cearense (1888-1959) escritor e historiador auxiliou o arquiteto mineiro Herculano Ramos na pintura do 1º Pano de Boca, representando o encontro de Iracema com o Guerreiro Branco.

O primeiro diretor do teatro foi Faustino de Albuquerque, ex Governador do Ceará.
Outras personalidades históricas que foram diretores do teatro:

  • Henrique Jorge – maestro.
  • Paurillo Barroso – maestro e compositor.
  • Orlando Leite – maestro.
  • Haroldo Serra – teatrólogo.
  • Fernando Piancó – diretor atual

Principais Reformas

  • 1918

Introduzidas as instalações elétricas e agregadas duas escadas internas, semelhantes às já existentes (fundidas no Ceará).

  • 1938

Passa por restauração, orientada pelo engenheiro José Barros Maia.

  • 1957

As cadeiras de palhinha (estilo austríaco), são substituidas por poltronas estofadas.

  • 1974

Recomposição da estrutura metálica, das cadeiras de palhinha e construído o jardim lateral, com projeto do arquiteto Burle Marx, na área anteriormente ocupada pelo centro de saúde, demolido em 1973.

  • 1989/91

Recomposição do jardim e instalação de espaço cênico ao ar livre para apresentação de espetáculos.
Como parte desta reforma foi construído do lado oposto ao jardim um prédio anexo, com dependências administrativas.
No anexo funcionam um auditório para 100 pessoas, a Galeria de Artes Ramos Cotoco, biblioteca especializada, bar e cozinha industrial.
No pátio um palco ao ar livre onde são apresentados espetáculos produzidos pelo teatro.

O Teatro é um monumento tombado pelo IPHAN em 10 de agosto de 1987.
A reforma de 1989 a 91 foi a maior já executada em extensão e profundidade, transformado na casa de espetáculo mais moderna do pais e num centro de atração e forrtiação para os artistas.
O trabalho de reforma foi realizado a partir de diagnóstico completo feito no teatro abrangendo as instalações físicas e elétricas, a parte decorativa (pinturas executadas nas várias reformas) e a parte artística e de público; pesquisa com os artistas e público para conhecer as necessidades dos usuários e exigências dos artistas.
O desconforto térmico era uma das reclamações existentes desde a construção, e a reforma solucionou colocando ar-condicionado na platéia.

Autoria da reforma e restauração

  • Paisagismo

Arquiteto Roberto Burle Marx – Rio de Janeiro.
Roberto Burle Marx, arquiteto e paisagista, falecido em 1994, era também artista plástico e é referência mundial como paisagista tendo entre seus mais conhecido projetos os do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro e os Jardins de Brasília.

  • Engenharia

Método Engenharia S.A – São Paulo

  • Parte elétrica

Elevadores Sur – divisão Hallstage – Porto Alegre

  • Projeto Elétrico

Oficina de projetos Solé & Castro Ltda. – Porto Alegre

  • Secretária de Cultura, Turismo e Desporto

Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau.

  • Comissão Técnica de Fiscalização

Argos Antônio Mesquita Martins – Engenhero Civil da Secretaria de Obras.

O Teatro recebeu os mais modernos equipamentos cenográficos e foi totalmente climatizado.
Nas suas dependências, funcionam também o Centro de Arte Cênicas do Ceará e a Padaria Espiritual.

Reinaugurado em 27 de Março de 1996.
A inauguração foi com a exibição da Ópera Dom Giovanni de Wolfgang Amadeus Mozart.

E
m frente ao Teatro, na Praça José de Alencar, o Monumento a José de Alencar, inaugurado em 8 de Janeiro de 1908.
A obra, do artista paulista Humberto Cozzo, é esculpida em granito branco edindo 6,5m de altura por 4,0m de largura, tendo baixos relevos ilustrativos de passagens extraídas dos romances Iracema e O Guarani.


Mais detalhes podem ser encontrados no livro Caminhando Por Fortaleza de autoria do escritor cearense Francisco Benedito de Sousa.
O Livro pode ser adquirido na Livraria do Centro Cultural Dragão do Mar, nas Bancas de Revistas na Praça do Ferreira ou diretamente do autor através do telefone: (85) 3493-2518.

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Nogueira Acioli

Antônio Pinto Nogueira Acioli

Nasceu em , Ce, a 11 de outubro de 1840.
Filho do Coronel José Pinto Nogueira e Dona Ana Pinto Nogueira.

Entre 1857 e 1864 fez bacharelado em Ciências Jurídicas na Academia de Pernambuco.
Ocupou vários cargos como Magistrado além de cadeira na Câmara dos Deputados – 1880, durante o Império, e de Senador em 1889.

Em 12 de Junho de 1896 assumiu seu 1° mandato de Presidente da Província do Ceará, inaugurando o período oligarco característico da política nacional da época, em que uma facção apoiada pelo Presidente da República, usando de artifícios ilícitos se perpetuaria no poder.

Sua eleição para Presidente da Província pelo Partido Republicano do Ceará, foi a 1° eleição direta.
Nogueira Acioli fica no poder até 1912 quando foi deposto pelo povo num conflito armado que durou 3 dias, iniciado com a passeata das crianças que foram mortas pela cavalaria e tiros da Polícia no dia 21 de Janeiro de 1912 e terminando a 24 com a retirada de Acioli para o Rio de Janeiro, no navio “Pará”.

Ao fazer escala no Porto de Natal, veio a bordo Antônio Clementino, o qual havia sido surrado pela polícia, a mando de Aciolí, no dia de sua posse em 1908.
Na época Clementino era Gerente do Jornal do Ceará que fazia oposição a Aciolí.
Clementino tentou assassinar Acioli, mas, no entanto, acabou atingindo mortalmente Antônio Pinto, filho de Aciloi, que o acompanhava.
Clementino foi morto pelo ajudante de ordem de Acioli, o major Weyne
Acioli Filho veio a falecer em águas da Bahia, tendo sido sepultado em Salvador.

Nogueira Acioli é nome de rua em Fortaleza, Ce.

Faleceu no Rio de Janeiro a 14 de outubro de 1921.


Mais detalhes podem ser encontrados no livro Caminhando Por Fortaleza de autoria do escritor cearense Francisco Benedito de Sousa.
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