Padre Mororó

Gonçalo Inácio de Loiola Albuquerque e Melo

Nasceu a 24 de julho de 1778, em Riacho Guimarães, , Ce.
Ordenou-se no Seminário de Olinda, Pe, em 1802, e exerceu o sacerdócio em várias cidades do Ceará .

Em 1821 elege-se vereador, foi diretor e redator do 1° jornal do Ceará o “Diário do Governo do Ceará” em 1° de Abril de 1824.
O jornal era um veículo de divulgação dos ideais republicanos.

Um dos líderes do movimento revolucionário que ficou conhecido como “A Confederação do Equador”, movimento que se opunha a corte imperial no Rio de Janeiro.
Foi Secretário do Governo Revolucionário de Tristão Gonçalves.
Em 30 de abril de 1825, foi preso juntamente com:
– Pessoa Anta, Comandante Geral da forças revolucionárias na cidade de Granja, Ce.
– Tenente Coronel lbiapina, deputado e escrivão da Junta da Fazenda.
– Luís Inácio de Azevedo – Azevedo Bolão – fazia parte do Exército de Tristão Gonçalves em combate na Região de Aracati, Ce.
– Tenente Coronel Feliciano José da Silva – Carapinima – Secretário do comandante das armas José Pereira Filgueiras.
Preso em Fortaleza, Ce, o Padre Mororó foi condenado à forca.
Sua execução, contudo, deu-se através de fuzilamento, pois os soldados recusaram-se a enforca-lo, alegando que o enforcamento era somente para criminosos.

É nome de rua em Fortaleza, Ce.

Foi executado no Passeio Público no dia 30 de abril de 1825.


Mais detalhes podem ser encontrados no livro Caminhando Por Fortaleza de autoria do escritor cearense Francisco Benedito de Sousa.
O Livro pode ser adquirido na Livraria do Centro Cultural Dragão do Mar, nas Bancas de Revistas na Praça do Ferreira ou diretamente do autor através do telefone: (85) 3493-2518.

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Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção

Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção
Quartel General da 10ª Região Militar
Avenida Alberto Nepomuceno s/n – Centro
Fone: (85) 3255-1600
Horários: Segunda a Domingo das 08:00 as 11:00 h e das 14:00 as 17:00 h.

“Ao tomar posse, (1654) em nome das autoridades portuguesas, do forte Schoonenborch, começado a construir pelos holandeses em 10 de Abril de 1649, o primeiro ato que praticou Álvaro de Azevedo Barreto foi mudar esse nome flamengo para o de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção.
E, de logo, levantou-se no centro da fortificação e sob a égide da Mãe de Deus uma capela ou ermida para as orações dos soldados da guarnição.
Com o tempo, e porque fosse extensa a denominação, passou então o forte a chamar-se Fortaleza da Assunção e, também, Fortaleza do Ceará.
E por fim, somente Fortaleza ou, às vezes, Ceará.”

“Raimundo Girão in Fortaleza e a Crônica Histórica – Edição UFC – 1989.”


Para alguns historiadores a fortaleza foi construída por Matias Beck para resistir a invasão holandesa em 1649 recebendo posteriormente o nome de Forte de Schoonenborch.
Outros historiadores sustentam a versão de que o Forte foi construído pelos holandeses sendo um projeto de Ricardo Caar.
Originalmente o local aonde foi erguido o forte chamava-se Colina Marajaítiba às margens do Riacho Marajaig.

Além do Forte, foram construídos armazéns e alojamentos.
Em 1654 os Holandeses foram expulsos do Brasil, e os Portugueses ocuparam o local sob o comando do Capitão-Mor Álvaro de Azevedo Barreto.
Nos primeiros anos a Fortaleza funcionou como Quartel, sede do Governo e moradia dos Capitães-mores.

D
urante o governo de Manuel Inácio de Sampaio em 1812, foi iniciada a nova construção da Fortaleza,agora em alvenaria de pedra e tijolo com o projeto de autoria do Tenente Coronel Engenheiro Antonio José da Silva Paulet.
A fachada principal é de autoria de e foi concluída em 1860.
Uma capela para abrigar a imagem de Nossa Senhora da Assunção foi originalmente construída no interior do quartel em meados do século XVIII, porém sua construção não foi concluída.
A imagem da Santa veio de Portugal em 1857.
Esta imagem foi doada ao quartel pela Arquidiocese de Fortaleza.
Em 1951 o quartel voltou ao culto da Santa e passou a abrigar a imagem de N.S. da Assunção em uma capela situada na fachada oeste da Fortaleza que dá vista para a Praça dos Mártires.

Esta praça recebeu esta denominação devido ao fato histórico de ter sido o cenário das execuções de alguns membros da Confederação do Equador, entre eles o Padre Mororó.
Além de Praça dos Mártires, já foi chamada de Campo da Pólvora, Largo do Paiol e mais recentemente ficou conhecida como Passeio Público.

Segundo a lenda, quem passa à noite nas imediações da Fortaleza escuta os lamentos de Bárbara de Alencar.
Bárbara de Alencar era avó do escritor José de Alencar e teria sido prisioneira nesta fortaleza, devido a sua participação em movimentos contestatório ao regime que culminaram com a chamada Confederação do Equador.
Historiadores mais comprometidos com a veracidade dos fatos afirmam que Bárbara de Alencar nunca foi prisioneira nos calabouços existentes nos subterrâneos do quartel.
Apenas era levada ao local somente para prestar depoimento sendo em seguida levada de volta para a prisão que ficava em outro local da cidade.

A Fortaleza foi restaurada em fins do século XIX.
Batizada com o nome de Fortaleza de N.S. da Assunção em louvor a padroeira da cidade.
Atualmente no local funciona o Quartel General da Décima Região Militar no Ceará.

Nas imediações estão:
Catedral Metropolitana, Mercado Central, Santa Casa de Misericórdia, Passeio Público,
Estação João Felipe e Antiga Cadeia Pública, hoje transformada em centro de turismo.


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Catedral Metropolitana

Catedral Metropolitana

Avenida Alberto Nepomuceno – Praça da Sé – Centro
Fone: (85) 3231-4196
Horários: Segunda a Sexta das 08:00 às 17:00 horas
Sábados aberta até ao meio dia.
Domingos das 09:00 às 13:00 horas e das 17:00 às 21:00 horas.
Missas na Catedral: terça a sexta-feira às 12:00 horas.
Aos sábados às 12:15 e 18:00 horas.
Aos domingos as 11:30, 18:30, 19:00 e 20:00 horas.
Missas na Cripta: de terça a sexta-feira às 17:30 horas.

Por volta de 1700 foi erguida uma capela de taipa (tipo de edificação que utiliza somente madeira e barro) nas proximidades do local da atual Catedral.
Este local foi originalmente chamado de Praça do Conselho e só muito depois de Praça da Catedral.
Outras três igrejas foram construídas no local, cada uma em substituição a outra.
A última dessas construções permaneceu como Catedral até ser demolida em 1938 por oferecer risco de desabamento. A última missa celebrada nesta igreja foi oficiada pelo Padre Quinderé.

A atual catedral projeto de autoria do arquiteto francês Jorge Maunier, foi inaugurada em Dezembro de 1978.
Dom Aloísio Lorschaider, então Arcebispo Metropolitano de Fortaleza, celebrou a missa inaugural.
Do lançamento da pedra fundamental até a data da inauguração passaram-se 50 anos de alterações de projetos e mudanças de construtores.

Em estilo gótico a Catedral Metropolitana de Fortaleza tem capacidade de receber cerca de 4.500 fiéis. Uma moderna iluminação revela toda a beleza do templo.
A missa dominical noturna é um emocionante momento de religiosidade.

Nas imediações visite a Fortaleza de N.S. da Assunção, o Mercado Central com diversas lojas de venda de artesanato e o Palácio Arquiepiscopal, atual Paço Municipal.


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Adolfo Herbster

Adolfo Herbster

Engenheiro.
Nasceu em Pernambuco, em 4 de Maio de 1826.
Em 1855, muda-se para Fortaleza, Ce, contratado como engenheiro da Província a 21 de Novembro.
Em 1856 assume a direção das Obras Públicas Gerais, que era anteriormente ocupada por um arquiteto leigo de nome Antônio Simões Ferreira de Farias.

Adolfo Herbster executou inúmeras obras na cidade.
– elaborou plantas arquitetônicas urbanas
– construiu a estrada que liga Fortaleza a Maranguape
– a Ponte sobre o Riacho Pajéu, onde hoje passa a Rua Rufino de Alencar, que liga a Catedral Metropolitana ao Seminário da Prainha.

Os instrumentos com os quais trabalhava, encontram-se expostos no Museu Histórico do Ceará.

O reconhecimento ao seu trabalho só foi feito em 1932, quando uma rua da capital recebeu o seu nome.

Faleceu em Fortaleza, Ce, em 12 de Novembro de 1893.


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Palácio Senador Alencar

Palácio Senador Alencar
Antiga Assembléia Provincial – Museu do Ceará

Rua São Paulo, 51 Centro | Fone: (85) 3251-1502
Horários: Não funciona às Segundas-Feiras
Sábados e Feriados: 08:30 às 12:30 h
Domingos: 14:00 às 17:00 h
Visitas Gratuitas: Terças-Feiras das 08:30 às 17:00 h
Acesso Gratuito:
Estudantes de 1º e 2º grau do ensino fundamental e médio de escola pública,
com professores e acompanhantes.
Idosos com mais de 65 anos.
Guias turísticos possuidores de carteira profissional.
Imprensa.
Preços dos Ingressos:
Inteira-R$ 2,00 | Meia-R$ 1,00

Em 12 de Agosto de 1834 a Lei de Número 12, extingue os Grandes Conselhos Provinciais e cria as Assembléias Legislativas.
Em 1855, o Presidente da Província à época, Joaquim Vilela de Castro tomou a iniciativa de mandar construir uma edifício para servir de sede para a Assembléia Provincial.

Foram seus construtores os Engenheiros José Antonio Seifert (1856 a 1865) e o Engenheiro Adolfo Herbster (1856 a 1871), que foi o autor do projeto.

A construção iniciada em 25 de Outubro de 1856 e concluída em 3 de Março de 1871.

Hoje no local funciona o Museu do Ceará.
O museu possui um grande acervo histórico e antropológico.
No acervo encontra-se inclusive a tela “Fortaleza Liberta” de José Irineu de Souza, uma das importantes obras da pintura cearense do século XIX.

Além da Assembléia Legislativa, no mesmo local já funcionaram os Correios, o Quartel General do 2º Distrito Militar, a Faculdade de Direito, o Tribunal Regional Eleitoral e o Instituto do Ceará.

Tombado pelo Patrimônio Histórico é referência nacional do estilo neo-clássico.
No local hoje funciona o Museu do Ceará.

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