Academia Cearense de Letras
Rua do Rosário, 1 – Centro
Fone: (85) 3226-0326 | (85) 3253-4275
Horários:
Segunda à Sexta Feira das 08:00 às 12:00 horas
A Academia Cearense de Letras fundada em 15 de Agosto de 1894 e é a mais antiga de todas as academias culturais do País.
Em seu pioneirismo, não eram apenas literários os objetivos.
Ela abrangia também o campo das ciências, da educação, ou das artes, de modo geral.
Foram seus fundadores:
Guilherme Studart, Justiniano de Serpa, Farias Brito, Drumond da Costa, José Fontenelle, Álvaro de Alencar, Benedito Sidou, Franco Rabelo, Antonio Augusto, Pedro de Queiroz, Alves Lima, Valdemiro Cavalcante, Tomás Pompeu de Sousa Brasil, Raimundo de Arruda, Álvaro Mendes, José Carlos Júnior, Virgílio de Morais, José de Barcelos, Antonio Bezerra, Eduardo Studart, Alcântara Bilhar, Antonino Fontenelle, Antonio Teodorico, Pe. Valdevino Nogueira e Henrique Theberge.
A Academia teve, desde a sua fundação, três fases distintas sendo a última e definitiva em 1951.
O seu primeiro presidente:
- Dr. Tomás Pompeu de Sousa Brasil (1894-1929)
seguindo-se:
- Antonio Sales (1930-1937)
- Tomás Pompeu Sobrinho (1937-1951)
- Dolor Uchoa Barreira (1952-1954);
- Mário Linhares (1955-1956)
- Raimundo Girão (1957-1958)
- M. A. de Andrade Furtado (1959-1960)
- Renato Braga (1961-1962)
- Antônio Martins Filho (1963-1964)
- Eduardo Campos (1965-1974)
- Cláudio Martins (1975-1992)
Presidente Atual
- Artur Eduardo Benevides desde 1993.
A atual diretoria é composta dos acadêmicos:
Presidente de Honra – Antônio Martins Filho
Presidente – Artur Eduardo Benevides
1o Vice Presidente – José Costa Matos
2o Vice Presidente – José Murilo de Carvalho Martins
Secretário Geral – Pedro Paulo Montenegro
1o Secretário – Juarez Leitão
2o Secretário – Giselda de Albuquerque Medeiros
1o Tesoureiro – Carlos d’Alge
2o Tesoureiro – Alberto Oliveira
Diretor de Publicações – Noemi Elisa Aderaldo
A Academia publica anualmente a Revista da Academia Cearense de Letras, cujo primeiro número saiu em 1896.
Possui ainda as coleções Antonio Sales composta de ensaios sobre autores cearenses e Dolor Barreira, de romances cearenses.
O seu centenário em 1994 foi contemplado com a Antologia da Academia Cearense de Letras
organizada pelo acadêmico Sânzio de Azevedo, ocupante da cadeira n. º 1.
Apenas em 1989 a academia teve a sua sede definitiva, doada por Lei N. º 11.637/89, pelo Governador Tasso Ribeiro Jereissati, bisneto do Acadêmico Fundador José Carlos Júnior.
Instalada no Palácio da Luz construído pelo Capitão Mor Antonio de Castro Viana, arrematado pelo governo do estado no principio do século, teve suas dependências ampliadas, mantendo, no entanto suas características originais.
As reuniões ordinárias da Academia, acontecem todo dia 10 de cada mês, exceto quando o dia coincide com feriados, sábados e domingos,
passando conseqüentemente para o primeiro dia útil seguinte, ás 17:00 horas.
